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| Foto por Gleidson BK, nos bastidores da gravação do vídeo-clipe oficial da música "Brasas de um Cigarro", do meu álbum Vou Querer te Ver. |
JHONY URIEL
Ator, Escritor e Artista-Plástico, com 19 anos ininterruptos de trajetória. Conheça mais sobre a minha história.
domingo, 25 de outubro de 2026
EM 2026 A LIDA CONTINUA
sexta-feira, 9 de maio de 2025
Sobre Quando Subestimam a Gente
Ontem fiquei pensando numa coisa, refletindo sobre a premiação da Billboard quando vi a apresentação da Janet Jackson, alguns anos atrás, pensei sobre o quando fazemos por merecer as coisas simplesmente vem, rápido ou devagar, mas sempre vem. Tem pessoas que se escoram nas outras pra poder justificar ou culpar o não acontecimento dos seus feitos, quando na verdade cada um é muito responsável sobre si, ainda que hajam variáveis no caminho, creio muito nisso, piamente.
Não sou um profundo conhecedor da Janet, porém o pouco que sei é que ela sempre viveu à sombra do talento e do sobrenome do irmão, e com todos a comparando e a diminuindo por ela não ter o mesmo êxito que ele obtivera com seus grandes sucessos fortemente reproduzidos em todos os lugares do mundo, porém, as pessoas esquecem de olhar um pouco mais pro trabalho dela com a mesma atenção, ela que tem em seu repertório apenas músicas próprias desde...sempre, rsrsrs. As pessoas nunca pararam pra ler sobre a Janet, saber um pouco de sua história e de suas conquistas. Algo que acho muito peculiar é que ela canta apenas músicas próprias em suas turnês e apresentações, não canta o repertório do Michael - como era esperado de se acontecer, e também como todas as pessoas acham que é. Fato que também é peculiar é o de durante um período de sua carreira, devido a tantas comparações de seus números de recordes com os números de seu falecido irmão, a artista deixou de assinar como Jackson em um considerável período, assinando apenas como JANET, e como ela não é diferente de nós, também se sente desconfortável com pessoas o tempo todo dizendo que ela não era capaz de galgar o seu próprio espaço na indústria no meio de tantas outras mulheres de sucesso como Cher, Cyndi Lauper, Tina Turner, Madonna, dentre outras artistas femininas.
Bom, usei o exemplo dela para falar na verdade de uma coisa que é muito nossa também, quem é que não sofre hora ou outra um olhar de condenação ou também aquela olhada de canto de olho como quem diz "Até parece que ele (ela) consegue", essa sensação é horrível. Quando na verdade, não, nós conseguimos sim vencer obstáculos, uma vez que com determinação conseguimos correr atrás com empenho, existem inúmeras histórias de superação, não apenas de famosos e estrelas como no exemplo da Janet, mas também depoimentos de anônimos, pessoas do nosso bairro - que nem sequer temos contato, pessoas que vivem mais próximas da gente do que imaginamos, o negócio é após uma queda, levantar-se e ao ver os antigos sonhos se desmoronarem, ter motivo de trazer outros à tona pra recomeçar.
Obrigado minha gente.
Me segue lá no Twitter: @JhonyUriel777
domingo, 9 de abril de 2023
O SUCESSO, AFINAL DE CONTAS
O sucesso é construído com a somatória de uma sequência inúmera de nãos, fracassos e portas na cara, sempre acreditei nisso, e por esta razão eu nunca me deixo esmorecer com as pedras que surgem no caminho ou com recusa a oportunidades que vou pleiteando ao longo do tempo. Nesta brincadeira estou rumando aos meus 16 anos de carreira. Para quem aí não soube ainda, concorri no Festival de Músicas Autorais de Poá 2023, e não venci, no entanto, tive imensa alegria de presenciar a vitória de uma artista especial chamada Cristoilma, e como isto me deixou feliz.
| Jhony veste: Boy Toy / Foto por: Rik Bento |
É lindo ver sorrindo quem luta a mesma estrada que nós, e vai obtendo êxito no trajeto, trás paz pro coração ver que o mundo vai nos permitindo trilhar o caminho por nós sonhado, desde que também nós nos permitamos a encarar os monstros todos de frente, e é neste pensamento que eu vou, sempre com sorriso no rosto, e nunca deixando de lado os princípios que me fizeram ser o homem que sou.
Neste mesmo festival, tive a alegria de receber menção honrosa na categoria de Melhor Letrista, o que me deixa muito orgulhoso, sendo eu, durante esses anos todos (musicalmente), um artista somente intérprete, isto me encoraja a percorrer novos caminhos, agora também na composição e na escrita. Agradeço a todos os que torcem e caminham comigo, acreditando ser possível ecoar estas mensagens que trago no peito, vocês são anjos na minha trajetória Gustavo Cardoso, Rafael Curty, Lyulli Kralissa, Kido Panontim, Eddy Marchi, minha família, meus contratantes, fãs, amigos e parceiros de trabalho, sem vocês vibrando comigo, talvez não me fosse possível seguir este caminho tão cheio de intempéries. Gratidão imensa do tamanho de um caminhão, muito afeto envolvido. Como não amar?
Aqui abaixo, para quem tiver o desejo de conhecer esta canção que me conferiu este prêmio de melhor compositor, se chama: "A Canção que Não Espera", disponível abaixo:
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@jhonyuriel777
domingo, 29 de janeiro de 2023
Lidando com as Recentes Novidades
Quanta alegria poder chegar até aqui, contar as coisas que venho vivendo, partilhar com as pessoas que gostam de mim, um pouco mais sobre os meus anseios enquanto artista, enquanto homem, enquanto ser pensante que vive por aí pra todo lado, concatenando obras e ideias 200% do tempo. Tantas são as inseguranças e as inquietudes de quem trabalha com arte, que olha, vou te contar! Mas, todavia, é muito gratificante saber que novos processos vão chegando, momentos novos na vida da gente vão se apresentando diante de nós, e temos de ter coragem pra suportar coisas que nos fazem ir até o nosso limite, mas não nos podem fazer jogar o lençol, permanecer firme é preciso, do contrário, perdemos o sentido de continuar vivendo.
Tenho vivido nos últimos meses alguns aborrecimentos, pra ser bem sincero, mas tenho procurado não pensar tanto nisso, e focar nas coisas boas que me vem acontecendo. Quando passo por fases assim, fico com inúmeros bloqueios em algumas esferas, e isso é, além de péssimo, bem prejudicial ao meu trabalho, mas vamos lá, seguindo adiante. Neste ano de 2022 que passou, fiquei muito contente pelo convite de recebi de uma editora, para escrever um livro, e estou nesta lida agora, de organizar os assuntos que eu falaria em um possível lançamento, elencando as coisas que eu gostaria de dizer para o mundo, e assentando aqui as ideias dentro de mim a esse respeito.
Enquanto permaneço vivendo este processo, que deve perdurar em 2023, vou por aqui aproveitando cada respirar e cada dia novo que a vida me presenteia, desejo a você que faça o mesmo, tudo isso com muito amor e muita arte pra te inspirar!
Confere aí uma canção especial do meu repertório, que eu espero que lhe possa alegrar o dia:
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quinta-feira, 8 de setembro de 2022
Wander Carossi em "Mundo Urbano", confira o trabalho do artista
O assunto hoje é um artista paulistano do cenário rock, chamado Wander Carossi, que já vem produzindo faz um tempo, e fez parte de um movimento de São Paulo, organizado pelo músico André Rima, o evento VM Show, que envolvia a comunidade dos vocalistas de metal ainda no Orkut, antiga rede social muito popular. Wander segue seu caminho produzindo junto à banda Wastelands, contudo, é sobre seu álbum solo que irei comentar neste dia de hoje.
Em "Lugar Nenhum", o acaso é abordado por Wander, a dicotomia entre a liberdade e a sensação de sentir-se encurralado por algo, letra por sua vez, muito interessante, devido a tratar da cidade, não apenas falando sobre ela, mas também ambientar o ouvinte com seus muitos elementos. Esta soa como uma das melhores faixas do álbum, e possui riffs bem cativantes. Na faixa "O Sonho", iniciada já pela guitarra, o artista fala sobre solidão e também pela busca. O mundo sempre nos surpreende, de variadas maneiras, e muitas das coisas que deixamos ir embora, em algum momento da vida, se apresentam a nós novamente, agora já com a ação do tempo, e tudo que o mesmo provoca. A canção fala também, de certa forma, sobre maturidade e seus desdobramentos, diz sobre fazermos o que precisa ser feito, no exato momento em que uma atitude nos é cobrada, ainda que doa.
Na "Amigos de uma Vida" os riffs são bem divertidos, é narrada a história de um rapaz que aprecia momentos na presença de amigos, enquanto vive suas desventuras. Enquanto a bateria oferece viradas também muito boas, a história se desenvolve falando sobre o que todo bom rockeiro espera de um final de semana em seu bar cativo, de sempre. No disco ainda tem "Jogo de Azar", que aborda a vida de um homem rodeado por tentações, dentre elas: jogatina, mulheres, cigarro, drogas, dentre outros. E a música alerta sobre riscos que passa aquele que faz escolhas não muito pensadas, levando qualquer um pro buraco. Já em "Caipira no Sertão Paulistano" o artista retrata a vivência de um alguém interiorano, agora transeunte de uma grande metrópole, sentindo-se pertencedor de todas as maravilhas e novidades que descobre desbravando a São Paulo da Santa Rita (Lee) de Sampa. Vale destaque também para a faixa "O Tempo e as Canções", uma das composições mais bonitas da carreira do artista, vale a pena conferir.
Confira um pouco do trabalho de Wander Carossi:
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sábado, 3 de setembro de 2022
Ex-Prisioneiro, na Exposição Creative Collectibles
O trabalho apresentado desta vez foi a performance "Ex-Prisioneiro", que fiz sob orientação/acompanhamento do renomado artista Luciano Zanetti, conhecido por seus importantes trabalhos já indicados inclusive ao Prêmio PIPA, uma honra pra mim, ter sido dirigido por ele nesta aventura. Com este trabalho provoquei algumas questões que me atravessam como homem e como artista, que são questões como a Bissexualidade, a Afro-Latinidade e o meu desejo de transitar no universo da Performance, e conhecer suas questões e pormenores no geral.
domingo, 10 de julho de 2022
Meus Feitos como Artista Plástico
Que coisa maluca esse ano inteiro de 2021 que passou né? E também agora no 2022 que está rolando. Muitas coisas ocorreram, e várias delas foram pra mim, de grande aprendizado. Uma das vitórias mais importantes, foi com certeza, o término deste meu primeiro ciclo acadêmico como Artista, onde enfim me graduei na famosa Faculdade Belas Artes, e também o livro que comentei na última postagem, celebrando os meus 14 anos de carreira, finalmente saiu.
Em 2017, um pouco mais tarde, junto ao artista Wesley Brito, demos início a um trabalho muito bacana com o Coletivo Barbane, que é um grupo de artistas visuais que produzem desenhos para vender. Ali conseguimos vivenciar muitas coisas legais, já que grande parte dos artistas que integravam o movimento, eram também artistas alunos na mesma faculdade, o que deu-nos a chance de aprender a lidar com inúmeras linguagens artísticas (performance, gravura, pintura, instalação, fotografia e claro, o próprio desenho, que já era o propósito inicial do grupo).
Algo que me deixou muito orgulhoso passando por esta formação universitária, foi ter contato mais a fundo com o curso de Arte, saber que possuo talentos e habilidades até então desconhecidas, que eu não fazia ideia que tinha. Uma das minhas maiores paixões dentro desta formação, foi a Escultura, uma prática que me faz tão bem, mas tão bem, que me ajudou a sair de situações embaraçosas que diziam respeito a minha saúde mental, na época. Feliz em saber que tenho utilidade pro mundo de alguma forma, por meio de um trabalho nascido das minhas mãos. Ser artista é, sem dúvida, ter acesso (mesmo que por breves momentos) ao que é do criador, prática ao meu ver, divina.
sábado, 16 de outubro de 2021
Um ciclo se fechando
Conheci o Cleyton, organizador e idealizador da Teia Poética, em 2008, ocasião em que ele foi o meu primeiro professor de canto. Desde então, o acompanho enquanto seus projetos vão sendo concretizados, além também da minha carreira ter seguido muitos outros rumos também depois. Em 2017, a Teia Poética cruza o meu caminho, e daí por diante passo a frequentar os eventos e atividades, ocasiões pra lá de especiais e momentos muito legais de recordar.
Agora em 2020 recebo uma grata surpresa, a oportunidade de lançar a minha primeira publicação como autor de poesias, dentro de uma antologia contendo também escritos do próprio Cleyton Gonçalves, do Magno Oliveira (parceiro meu já de longa data), dentre ainda outros escritores. Logo mais postarei alguns outros detalhes e informações a respeito do livro. Enquanto isso não acontece, estou trabalhando no desenvolvimento do meu novo espetáculo, chamado Velório à Brasileira, do dramaturgo Aziz Bajur. E confira também a canção "Vício", que sempre está presente nos meus shows:
Obrigadíssimo pelo carinho, em breve mais novidades sobre o livro.
Beijão!







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