sábado, 29 de fevereiro de 2020

Trajetória dos meus Discos

Oi minha gente, 

Tanta coisa bacana vem acontecendo, mas separei um tempo pra passar aqui e dividir com vocês um pouco da minha história. Tem muitas pessoas com curiosidade de saber mais sobre os meus discos, que são feitos de modo muito simples, porém, são ferramentas pelas quais eu consigo entrar na casa daqueles que ajudam comprando, ainda que da maneira mais simples de todas.



Abaixo irei listar um pouco mais alguns detalhes sobre cada um deles especificamente: 

CD Nosso Retrato



Este foi um trabalho muito especial para a minha história, muitas coisas aconteceram na história de todos os envolvidos que dele fizeram parte também. Me recordo que este trabalho foi fruto da insistência de um amigo muito especial, o estilista Rik Bento. Ele insistiu pra que essas músicas que eu cantava na época, fossem trabalhadas de maneira com que eu pudesse mostrar pra mais pessoas, que eu tinha de ganhar o mundo e pensar grande, naquele momento isto não foi o que acabou acontecendo, mas de certo ali uma semente foi plantada. Tenho gratidão por todas as pessoas que me ajudaram a fazer o projeto, em especial a Aline Morgado, a Neuda Duarte, ao Rik, a minha mãe, aos compositores Henrique Paulino, Viviana Rodrigues, Ricardo Garcia, Rafael Simo, Cauê Procópio, dentre outros. Foram 5 meses de gravação, e graças a um mal profissional, que estava cuidando do projeto, as matrizes do CD com as guias de todos os instrumentos foi perdida, o que me frustrou muito, ao ponto que eu desisti de seguir com aquelas canções, e ali, virei a página para ir em busca de outros novos acontecimentos, até que dois anos depois acontece o capítulo seguinte desta história, o segundo trabalho.

CD O Detalhe que Esqueci de te Contar



Este segundo trabalho, por sua vez, já foi de uma natureza completamente diferente do trabalho anterior, foi um pouco mais pensado - embora eu tenha me decepcionado também com o resultado final, esperava algo que não aconteceu no final das contas, acabei perdendo músicas que eu tinha um desejo muito grande de mostrar, mas é como diz o ditado: não podemos ter tudo que queremos. Neste período eu tenho que deixar claro aqui o quanto o apoio de algumas pessoas fez a diferença pra mim, por exemplo: o Dimmy Calabrez, Yan Ferreira, Maestro Alexandre Guilherme, Luciana Brandão, Endrigo Gonçalves por haverem colaborado musicalmente. E agradecer também aos autores, por tão lindamente haverem dado a luz a brilhantes canções: Marcelo Perdido, Luka, Arley MC, Glau Piva, Eddy Marchi, Matheus Herriez, Flávia K, Anderson Santana, Ezequiel Hortência e ainda outros amigos queridos. A capa deste trabalho é algo da qual eu me orgulho muito, pois tenho um afeto muito grande com a época em que a foto em questão foi tirada. 


CD Vou Querer te Ver

Esse projeto já vem sendo pensado desde antes mesmo da conclusão do anterior, e nele há um marco muito grande no que diz respeito a minha continuidade enquanto artista: a maturidade, que com o tempo, fui adquirindo. O meu terceiro trabalho embora ainda esteja em fase de desenvolvimento, já tem 40% de seu caminho concluído. Agora em "Vou Querer te Ver" o meu som está bem mais resolvido, minha voz está em um momento bom também e para este projeto já foi lançado antecipadamente um clipe como lead-single do trabalho, a canção "Brasas de um Cigarro", produzida pelo cineasta Thyago Emanuel, confira abaixo uma prévia do mesmo.



terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Sobre Praticar a Leitura

Oi minha gente,

Cá estou eu aqui novamente vindo escrever a vocês, mas desta vez para falar de uma coisa que nunca antes comentei aqui no blog, eu acho. A leitura e a apreciação por livros é o que vamos falar hoje. Estava eu ouvindo aqui um disco do artista Cícero, chamado "Canções de Apartamento", que possui uma capa pra lá de instigante, vejam abaixo:



A leitura sempre foi algo que me chamou atenção e que eu gostei de praticar. Me recordo que, salvo engano, na 8ª série do Ensino Fundamental, fui vencedor de um concurso de Língua Portuguesa na escola onde eu estudava, a E. E. Jornalista Paulo Eduardo Olintho Rehder, em Poá-SP, e a indicação foi feita por uma professora chamada Cida Santos, de quem nunca me esqueço, hiper competente e dedicada, saudades. Ali talvez tenha sido o ponta-pé inicial para o início do meu despertar de ver para a minha vocação de artista, bem como também todas as aventuras que vivi depois deste acontecimento. Recomendo que leia algo, faz muito bem pra alma, sem contar os demais outros muitos benefícios de se praticar a leitura. Os últimos que eu li foram: "Um Assassinato, um Mistério e um Casamento", "O Guardião de Memórias" e também "Gotas de Sentido" e você? 

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Quem é Honesto, afinal?

Olá, como vai?

Essa semana me pus a pensar nas questões que tem a ver com honestidade, pensei tanta coisa e revi tantas histórias e exemplos de pessoas que pra mim são muito íntegras e honestas, que cheguei a seguinte conclusão: a honestidade talvez seja a única coisa que nos impeça de nos corromper. Por que levanto esta questão? Me sinto rodeado de pessoas que, assim como eu, tem embasamento cristão em sua fé, porém, isso não pode levar-nos à certeza de que uma pessoa apenas por ser cristã, é necessariamente uma boa pessoa, são muitos fatores a serem considerados nesta equação.



Neste meu tempo de vida, tive oportunidade de conviver com diferentes tipos de pessoas, conhecer diferentes lugares por onde passei me apresentando e, lidando ainda, com públicos de diferentes classes sociais. Algo que sempre observei é que o caráter não tem muito a ver com qual fé é praticada, por isso uma coisa que eu não tolero, é discriminação e preconceito com nenhuma religião, mesmo não sendo a minha, pois creio que na diferença entre as pessoas é que está o tempero do mundo. Qual a sua opinião a respeito disso? Deixa nos comentários algo. 

Coloco aqui também esta canção para ser refletida, tem um trecho que diz: "Orai por nossa livre melodia...", que fala a respeito das liberdades individuais, ela me inspirou muito a escrever este texto, ouça, é muito bonita. 


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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Saldo de 2019

Olá, 
Faz tempo que eu não passo por aqui, não é? Aproveito a oportunidade não apenas para me desculpar, mas também para dizer que este ano foi um ano de muitos avanços e de muito crescimento para mim enquanto ser humano, enquanto artista e também enquanto homem. O primeiro semestre deste ano foi marcado por acontecimentos que já há tempos eu esperava que acontecessem que me fizeram muito bem, que me lembraram que eu sou um pouco mais especial do que eu achava que fosse, e foi muito bom, me trouxe muito conforto no peito, o desfecho depois não foi tão bom assim, mas fazer o quê? Não é todo dia na vida que ganhamos, temos de ser sábios em conseguir viver com elegância em ambas as situações, sejam elas boas ou ruins. 


          Academicamente falando, foi um ano muito pesado, porém também muito produtivo e muito proveitoso, muito recheado de desafios, de aprender a fazer coisas que eu jamais na vida desconfiei ou imaginei que fosse fazer, como por exemplo: fazer gravuras. Reencontrei muitas amizades antigas, que me ajudaram muito a reafirmar coisas que eu sempre senti, foi ótimo. Ano acabando, agora mais coisas, vindo por aí.

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Agradecimentos: 
Stela Lemos, correção ortográfica 

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sábado, 2 de março de 2019

Exposição "Madeira Nova" com Santídio Pereira & Convidados


Olá caros,
Este post é referente a uma visita que fiz a uma exposição no Sesc Santo Amaro agora em Fevereiro e vim aqui relatar algumas percepções pra vocês. O Grupo como um todo apresenta um trabalho pra lá de interessante logo desde os primeiros passos, inclusive na maneira como a exposição foi concebida, contemplando artistas jovens, quebrando um pouco o paradigma de que o artista plástico só é reconhecido depois da morte, iniciativa de muito louvor, fazer acontecer a reunião destes artistas tão jovens. É importante saber o que está acontecendo no circuito da arte, descobrir quem são as novas revelações, os novos xilogravadores da cidade. A iniciativa de Santídio em reunir os jovens ajudou muito no mapeamento dos novos artistas existentes na linguagem, e incentivar a continuação das investigações das diversas possibilidades na área da gravura.
                A arte proporciona contemplação e (quase sempre) é escrava da beleza, faz as pessoas pensarem e refletirem questões, e a gravura detém enorme eficácia no induzir das pessoas a este pensamento crítico, pois suas técnicas ainda vigoram até os dias de hoje, mesmo sendo tão antigas. Nesta exposição deu pra notar muito claramente a influência da prática literária do cadáver esquisito, que soou de modo, ao meu ver, hiper sofisticado, imprimindo de certa forma o individual de cada um dos artistas, porém com leveza, sem deixar que a apreciação do trabalho se tornasse algo massivo, pelo contrário, foi algo pra lá de sofisticado. À frente da exposição estão, além do próprio Santídio, também Luisa Almeida, e junto a eles os jovens artistas Igor Santos, Fernando Melo, Gabriel Balbino, Kamila Vasques, Rafael Toledo e Julia Bastos. A curadoria do trabalho é assinada por Célia Barros.
 
 

               A exposição toda tem obras feitas em madeira (xilogravura). É preciso salientar também que Fernando Melo e Gabriel Balbino fizeram os seus trabalhos com matriz perdida. Observações que fiz a respeito do trabalho de Fernando Melo, é que ele aparenta usar mais de uma matriz. Observei que a coruja (seu trabalho que mais me chamou atenção) é bem vibrante, a cor amarela transita por dentro e por fora da gravura, de modo harmonioso na imagem, o que me deixou ainda mais empolgado  em continuar com os olhos fixos olhando para a mesma, o pavão parecia dançar e de modo tão convidativo que por vezes me pus a imaginar até mesmo qual canção ele estaria a escutar.
 
Gostou do texto e quer saber mais sobre o mundo, arte e variedades? Me segue no twitter: @jhonyuriel

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Sabe quando a Rita Lee falava sobre ser a Ovelha Negra?

Oi minha gente, este texto vi na time-line do Condesso, um amigo querido lá do Blog Descontrole Remoto, e decidi trazer aqui pra vocês lerem também, pois a mim fez muito sentido, segue abaixo:


As chamadas “ovelhas negras” da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.
Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo na contramão dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras.
As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo e desabrocham ramos na árvore genealógica.



Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes. Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.
Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se. A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.
No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas? Quem criaria novos ramos? Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes.
Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua”raridade” como a flor mais preciosa da tua árvore. Tu és o sonho de todos os teus antepassados.
Bert Hellinger


A reflexão me colocou bastante pra pensar, espero que tenham gostado. Não deixando, claro, de fazer a referência ao Bert Hellinger, autor da prosa, e a indicação do Condesso

domingo, 6 de janeiro de 2019

Suicídio na Juventude

Nos tempos atuais que vivemos é muito necessário falar a respeito desse assunto, infelizmente, este é um mal que tem me atingido muito próximo dos últimos tempos pra cá. Ao todo foram 3 pessoas, 3 casos de gente querida próxima de mim que eu tive de lidar, e cada uma delas me tem trazido diferentes reflexões. O primeiro caso deles foi a minha amiga Luciane, que era uma das minhas companheiras na adolescência, uma pessoa pra lá de querida que ia comigo nos rolês de rock, nos meus 14 anos iniciei um forte interesse pela cultura gótica, e esta minha amiga embora não compartilhasse do mesmo apreço, me acompanhava nos eventos e nos shows das bandas. 




A segunda pessoa querida que infelizmente a vida me levou, foi o Daniel Marques, que era uma pessoa de incrível sorriso, energia contagiante e não havia quem estivesse perto e não ficasse também feliz. O Dani era ator, poeta, preto empoderado e o som da risada dele, meu Deus, era de fazer a gente ir ao céu e voltar. Foi uma surpresa enorme pra gente, saber que por trás daquela energia tão positiva estaria outra negativa tão forte lutando pra se sobressair, perdemos uma pessoa preta ímpar. Por fim, mas não menos importante, a pessoa que perdi foi alguém também da arte, a querida Fernanda Freitas, que se foi hiper jovem, aos 28 anos, deixando noivo e filho pequeno, uma tristeza, mas aí fica novamente a reflexão, o que falta na juventude pra se sentir completa? 

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Meus Filhos Caninos e Felinos

Todo mundo tem em casa um motivo do qual se alegrar ao chegar no conforto de seu lar ter a oportunidade de desfrutar. Não é novidade pra ninguém que a frase que as pessoas mais reproduzem até hoje quando se trata de bichos de estimação. "O cachorro é o melhor amigo do homem" . É tão gostoso relembrar de momentos especiais ao lado da criatura que enche o nosso quintal ou casa de alegria, seja ela um cachorro, um gato, ou qualquer outro animal domesticável. 

Nesta foto é o Chimbinha e a Joelma, vieram como casal e demos
este nome, eram um sucesso quando chegaram aqui. Dois fofos. 

          Aqui em casa temos algumas alegrias também, dentre elas, o meu cachorro Bradock, que é uma figuraça, muito carinhoso e também hiper bagunceiro. O Bradock chegou aqui em casa após uma família não mais poder cuidar dele, e por ser um bicho de  grande porte, dá bastante trabalho. Não posso deixar também de me lembrar de outros bichos que tive com o passar dos anos, que assim como o meu atual filho canino, me proporcionaram também muita alegria. Aqui abaixo seguirão algumas fotos de alguns dos pets que tenho ou que já tive aqui no meu quintal, e que compartilharam momentos bons da minha vida particular: 

Esse é o Dudu, um dos meus primeiros cachorros. Foram 3 cachorros muito parecidos, e eu repeti o nome Dudu
algumas vezes. Eu amava este cachorro, era a minha alegria.

A Kitana era uma cadela que eu amava também, nesta foto ela estava milagrosamente magra,
pois ela andava sempre mega redonda (eu amo), eu vivia sofrendo quando pegava no colo. 

Esta preta aí era a minha gata Ororo, junto aos coleguinhas Jajá e Peter.
Eram um chamego só os três. 


Esta era a Jhuly, ela era bem brava com quem chegasse no portão,
mas com a gente ela era sempre muito dócil e super respeitosa. Ela
era cachorra do meu tio Gerson, porém, eu convivi muito com ela e a
guardo com muito carinho. 

Essa aqui é a Samantha Melissa, coisa mais linda da minha vida, junto da minha
avó, Dona Antonieta, quando ainda estava em vida. Esta foto me trás recordações
pra lá de especiais. Diz se a Melissa é brasileira ou não é, rsrrrs. Eu amo! 





Este é o Teco, a nossa tartaruga de estimação,
na foto, estou também junto ao meu sobrinho Alexandre,
este dia foi bem especial. 
Bradock se divertindo passeando na rua aqui de casa,
a pergunta é: Como não Amar? 


Bradock esperando a minha mãe jogar a bola pra ele ir
buscar, ele é super brincalhão e carinhoso. Meu filhão. 

Nesta foto, brincando no quintal com o Chimbinha e com o Bradock,
momento de lazer em casa com os filhotes caninos. 

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