sábado, 3 de setembro de 2022

Ex-Prisioneiro, na Exposição Creative Collectibles

Oi gente, 

Comentei aqui no meu último texto, sobre os meus feitos enquanto artista-plástico, feliz demais em poder dar esta notícia, falar sobre isto e dizer para as pessoas sobre o que sei fazer. Hoje trago aqui outro importante acontecimento pra mim, a participação que eu fiz na Exposição Creative Collectibles 2021, promovida pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, que pra mim foi de uma honra sem igual ter feito parte.




O trabalho apresentado desta vez foi a performance "Ex-Prisioneiro", que fiz sob orientação/acompanhamento do renomado artista Luciano Zanetti, conhecido por seus importantes trabalhos já indicados inclusive ao Prêmio PIPA, uma honra pra mim, ter sido dirigido por ele nesta aventura. Com este trabalho provoquei algumas questões que me atravessam como homem e como artista, que são questões como a Bissexualidade, a Afro-Latinidade e o meu desejo de transitar no universo da Performance, e conhecer suas questões e pormenores no geral. 

O trabalho desenvolvido para fazer parte desta exposição, foi executado pensando no vídeo, devido ao contexto pandêmico em que estávamos envolvidos no momento da feitura do trabalho. Não fosse o contexto de pandemia, e os protocolos de saúde, a performance seria apresentada presencialmente - que é algo muito possível de acontecer em algum outro momento. Colocarei aqui alguns registros de prints, fotos, vídeos e outras informações retidas para comprovação do acontecimento da mesma, que serve também pra você conhecer em maiores detalhes sobre o que foi executado, sobre a poética do trabalho e também os temas trazidos por mim, enquanto artista, pra ser discutido nesta ocasião. 




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domingo, 10 de julho de 2022

Meus Feitos como Artista Plástico

Oi gente querida,

Que coisa maluca esse ano inteiro de 2021 que passou né? E também agora no 2022 que está rolando. Muitas coisas ocorreram, e várias delas foram pra mim, de grande aprendizado. Uma das vitórias mais importantes, foi com certeza, o término deste meu primeiro ciclo acadêmico como Artista, onde enfim me graduei na famosa Faculdade Belas Artes, e também o livro que comentei na última postagem, celebrando os meus 14 anos de carreira, finalmente saiu.

Aproveitando a oportunidade de tocar neste assunto da minha trajetória acadêmica, quero colocar aqui algumas importantes memórias que me orgulho muito de ter vivido, protagonizando a história e o caminho que decidi trilhar nesta vida, estão aqui algumas das minhas conquistas como artista visual. A primeira delas, é a vez que findei o meu primeiro quadro, ainda em 2015, onde retratei San Sebastiano, com orientação da artista Rita Jimenez, usando técnica mista, ainda quando eu estudava desenho em São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo.



Em 2017, um pouco mais tarde, junto ao artista Wesley Brito, demos início a um trabalho muito bacana com o Coletivo Barbane, que é um grupo de artistas visuais que produzem desenhos para vender. Ali conseguimos vivenciar muitas coisas legais, já que grande parte dos artistas que integravam o movimento, eram também artistas alunos na mesma faculdade, o que deu-nos a chance de aprender a lidar com inúmeras linguagens artísticas (performance, gravura, pintura, instalação, fotografia e claro, o próprio desenho, que já era o propósito inicial do grupo).

Algo que me deixou muito orgulhoso passando por esta formação universitária, foi ter contato mais a fundo com o curso de Arte, saber que possuo talentos e habilidades até então desconhecidas, que eu não fazia ideia que tinha. Uma das minhas maiores paixões dentro desta formação, foi a Escultura, uma prática que me faz tão bem, mas tão bem, que me ajudou a sair de situações embaraçosas que diziam respeito a minha saúde mental, na época. Feliz em saber que tenho utilidade pro mundo de alguma forma, por meio de um trabalho nascido das minhas mãos. Ser artista é, sem dúvida, ter acesso (mesmo que por breves momentos) ao que é do criador, prática ao meu ver, divina.

Um episódio também que me marcou muito, foi quando vendi os meus primeiros quadros, época esta que percebi ver o meu trabalho caminhando na direção correta. O surgimento da Cenografia na minha carreira (que foi também um dos meus principais objetivos iniciais ao escolher cursar Artes Plásticas, já que venho de uma carreira longa no teatro). Sempre tive o desejo de ver minhas mãos fazerem parte de forma mais ampla dos trabalhos da qual participo, sejam eles no Teatro, na Música ou nas Artes Plásticas em si, e vou nesta busca daqui pelos próximos anos, seguindo firme persistindo na concretização daquilo que idealizei pra mim. Seguirão abaixo alguns registros pessoais que trago comigo com muito afeto, deste meu início de trajetória nesta nova linguagem:


Minha primeira obra, em 2015, "San Sebastiano" por Jhony Uriel, sob
 orientação de Rita Jimenez.


Já aqui, um registro do ano de 2017, junto a duas pessoas muito importantes
pra mim, logo no meu início da graduação já na Belas Artes, na sequência: Jhony
Uriel, Luiz Bagno e Wesley Lima Brito. Uma honra estar ao lado destes
grandes artistas.

Aqui uma das minhas obras, chamada "Prontidão", feita em 2019 e premiada
no ano de 2020, hoje integra o Acervo Permanente da Secretaria de
Cultura da cidade de Poá-SP, região do alto-tietê, em SP. 
Foto: Giulia Martins

Esta obra é pra mim, mais do que especial. É o quadro "Emaranhado", que
foi um trabalho que produzi no ano de 2021, para participar das seleções
da Bienal Cerveira, não consegui a aprovação, mas a obra foi adquirida por
um fã especial do meu trabalho de palco, Kido Panontim, por quem tenho profundo
apreço, admiração e carinho. Hoje esta obra faz parte de seu acervo pessoal.


Falar sobre estas conquistas me deixa muito orgulhoso, cantar as minhas glórias, documentar os meus feitos enquanto artista, que penso serem ainda somente os primeiros passos de um trajetória longa que ainda tenho por construir. Obrigado a você que tem carinho por mim, pelo meu trabalho, pela minha produção artística e faço votos de apresentar trabalhos ainda melhores daqui por diante. Super beijo, e até a próxima! 

Para encomendas de quadros: 
jhonyuriel2015@yahoo.com.br 
+55 (11) 95709-1543
Twitter: @jhonyuriel777


sábado, 16 de outubro de 2021

Um ciclo se fechando

Oi gente, que alegria passar aqui pra contar uma novidade muito especial: finalizei o meu TCC e agora encerro um ciclo lindo na minha vida, sou enfim um homem formado, tanta alegria poder dizer isto. Passo qualquer hora aqui pra contar com mais detalhes tudo certinho. Hoje vim compartilhar com vocês uma lembrança especial que logo mais culminará na publicação de um livro, é a parceria com o pessoal da Teia Poética e também da BrilhArte, de Calmon Viana (Poá).



Conheci o Cleyton, organizador e idealizador da Teia Poética, em 2008, ocasião em que ele foi o meu primeiro professor de canto. Desde então, o acompanho enquanto seus projetos vão sendo concretizados, além também da minha carreira ter seguido muitos outros rumos também depois. Em 2017, a Teia Poética cruza o meu caminho, e daí por diante passo a frequentar os eventos e atividades, ocasiões pra lá de especiais e momentos muito legais de recordar.

Agora em 2020 recebo uma grata surpresa, a oportunidade de lançar a minha primeira publicação como autor de poesias, dentro de uma antologia contendo também escritos do próprio Cleyton Gonçalves, do Magno Oliveira (parceiro meu já de longa data), dentre ainda outros escritores. Logo mais postarei alguns outros detalhes e informações a respeito do livro. Enquanto isso não acontece, estou trabalhando no desenvolvimento do meu novo espetáculo, chamado Velório à Brasileira, do dramaturgo Aziz Bajur. E confira também a  canção "Vício", que sempre está presente nos meus shows:



Obrigadíssimo pelo carinho, em breve mais novidades sobre o livro.
Beijão!


domingo, 2 de maio de 2021

Contagem Regressiva para o Grande Dia

 Oi minha gente, 

Que alegria estar aqui escrevendo novamente. Que ano atribulado este, em tempos de pandemia, todo mundo lutando para sobreviver e conseguir manter a sanidade mental em dia, tarefa árdua. Estas últimas semanas tem sido pra mim, de um alívio imenso, saber que estou prestes a enfim me formar. Para algumas pessoas isso pode parecer algo comum, mas pra mim é motivo de imensa alegria, por eu ter sido apoiado desde o início, não apenas pela minha mãe, mas também pelo meu irmão Leonardo, foram estes figuras fundamentais pra que eu pudesse ter sido capaz de estar agora com 99% do meu sonho concluído. 



    Enquanto lhes escrevo, estou em casa entre uma tarefa e outra, pensando que quem sabe não terei mais o Bradock (meu cachorro) por muito tempo, ele já está com muita idade. Eu trato e cuido dele como um bebê, mesmo já sendo um animal ancião praticamente, pra aproveitar todos os momentos na presença dele. Acredito muito no que dizem a respeito dos pets serem como anjos da guarda, que vivem do nosso lado para nos ensinar coisas, amo o Bradock profundamente. Tantas vezes ele já me deu força em delicados momentos em que eu precisava demais de um abraço, amo o meu filhote canino. 

    Ontem estava aqui pensando, refletindo sabe? A cada dia que passa se aproxima mais a minha formatura, ser um artista com graduação é um título muito importante, não apenas por reafirmar o profissional que eu já sou há um bom tempo, mas também por resignificar a aposta que eu fiz a 13 anos atrás, de não ter um plano B na vida, fazer da arte que produzo, a atividade total e absoluta dos meus dias, até ficar velhinho. Isso com certeza faz as minhas noites de sono serem sempre melhores, acordar cedo motivado para ir trabalhar, criar novas obras, ensaiar novos textos, enfim. Coloquei aqui um vídeo, para mostrar um pouco sobre como funciona o meu trabalho, falarei de uma obra muito especial: A Quebra da Maldição 


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Jhony Uriel 


    

    



    


quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Daniela Mercury homenagem ao astro John Lennon

 Que a artista Daniela Mercury é multifacetada, todos já sabem, mas é novidade para muitos que ela é também uma tremenda admiradora do trabalho de John Lennon,  bem como o seu legado como pacificador. A artista já chegou inclusive, a fazer uma releitura do famoso retrato do músico junto de Yoko Ono, sua esposa e também artista. A foto foi usada na capa de seu disco “Vinil Virtual”, importante trabalho da carreira de Daniela, onda a mesma lança o hit “Rainha Má”. Neste trabalho, Daniela vem lançando uma maldição a todos os que escutarem, onde na licença poética, todos voltam a ser criança por alguns momentos, para acessar a pureza necessária pro mundo ser melhor, quebrando assim, a onda de coisas ruins que vem acontecendo no mundo. Que Daniela é uma artista intrépida e ousada, todos já sabem, agora que ela se inspira também em ídolos do rock é uma novidade para muitos, ao ver que uma compositora intérprete de música baiana pode buscar, sem nenhum problema, uma referência em John Lennon, embora os gêneros musicais não sejam os mesmos.



                
Concedido à revista Rolling Stone, originalmente em janeiro de 1981, a foto icônica de John Lennon ao lado de sua esposa, agora é traduzida de forma muito bem feita pela intérprete de samba-reggae. Daniela posa nua ao lado de sua companheira Malu Verçosa, não de forma sensual, mas de forma muito poética e artística, desta maneira ela discursa a favor dos direitos LGBTs, dizendo ainda que não é isso que faz de uma pessoa diferente da outra, todas as formas de afeto são permitidas. Agora em 2020, Daniela volta a homenagear o astro rockeiro John Lennon, desta vez em seu novo disco, intitulado “Perfume”. O álbum traz as faixas “Rainha da Balbúrdia”, “Triatro”, “Pagode Divino”, “Exalou” e também a faixa que motivou a escrita deste texto, a regravação feminina da canção “Imagine” para o hit de John Lennon. A faixa “Imagine” está no presente no disco, e fica aqui também registrada a apresentação da cantora, performando o hit:


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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

A Tragetória do grupo Biquíni Cavadão

 O grupo que desde a década de 80’s embala grandes canções nas estações de rádio do país, tem em 1982 a sua trajetória iniciada, logo de primeiro momento com o nascimento da canção “Tédio”, que é um dos principais hits da banda.  Alguns dos integrantes já se conheciam desde antes do início do conjunto surgir, e já vinham tocando durante algum tempo, porém só consideram mesmo a partir do momento onde entenderam que a banda tinha se tornado de fato, profissional. A banda já lançou muitos trabalhos entre CDs, DVDs, coletâneas, especiais, turnês, clipes e ainda se apresentaram por todos os lugares do país. Poucas pessoas sabem, mas a inspiração para o nome do grupo, foi dada pelo também músico e grande nome da música nacional, Herbert Vianna. Após um começo promissor, quem diria que a banda fosse lançar tantos hits como “Janaína”, “Soltos pelo Ar”, “Roda Gigante”, “Vento Ventania”, “Zé Ninguém”, “No Mundo da Lua”, “Inseguro de Vida”, “Timidez” e ainda tantos outros sucessos.



    O grupo que já se apresentou em muitos eventos, festivais, programas de TV, tiveram também uma grande participação como show de abertura do Alice in Chains e do Red Hot Chili Peppers em 1993, num evento de grande porte, chamado Hollywood Rock Festival, o que os projetou para públicos ainda maiores. Nestes anos todos de carreira, o grupo já passou por todas as grandes gravadoras do país, inclusive já lançaram também discos independentes, mesmo depois de já serem consagrados no rock nacional. Participaram da trilha sonora de algumas telenovelas, fizeram muitas parcerias e colaborações, CD instrumental infantil, e no ano de 2013, tiveram o hit “Roda Gigante” indicado como melhor música do ano na famosa premiação Grammy Latino.

    Algo bem bacana sobre a banda, é que os mesmos seguem invictos, desde 1982, ano de seu surgimento, sem nunca teve interrompido suas atividades, afirma Bruno Gouveia, que diz ainda que o Biquíni Cavadão pretende continuar produzindo por muito tempo ainda. Confira o vídeo da canção "Roda Gigante", um dos grandes sucessos do grupo:



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sábado, 23 de maio de 2020

Clan of Xymox, os pioneiros da cena gótica e Dark-Wave


O grupo formou-se em 1981 na Holanda, comandada por Ronny Moorings, Anke Wolbert e Pieter Nooten, hoje são um dos maiores nomes do rock gótico mundial. Lançaram diversas canções muito tocadas até hoje em inúmeras festas e discotecagens no mundo inteiro, sua musicalidade gira em torno do Dark Wave e também Rock Gótico. A banda logo no começo de sua existência chegou a se apresentar muito com outro grupo bem conhecido da época, o Dead Can Dance, e nestas turnês conjuntas foi que o Clan of Xymox acabou conseguindo boas oportunidades para lançar os primeiros álbuns com grande alcance de público. O grupo, assim como inúmeras outras bandas, teve sua formação modificada já muitas vezes, porém o integrante que segue desde o início do grupo até aqui é Ronny Moorings.
            O grupo foi precursor do que chamam de Dark Wave, que é uma vertente do rock gótico, porém com características diferentes. O Dark Wave é uma mistura de pós-punk com new-wave, que era um gênero muito em alta na época (por exemplo, pelas bandas Tears for Fears e também o A-ha), só que na verdade o dark-wave nasce como resposta a este estilo, só que com uma roupagem um pouco mais obscura, é justamente a antítese do new-wave que era altamente colorido e energético. No dark-wave muitas das músicas e canções não apenas do Clan of Xymox, mas das bandas do mesmo nicho e estilo, eram tocadas em acordes tonais menores, trazendo uma atmosfera mais densa às canções de um modo geral. A presença de sintetizadores era algo muito forte também, os teclados synth faziam a diferença na sonoridade das bandas do estilo, é um tipo de rock que leva consigo ainda características do new-wave, pegada dançante, porém não festiva. Era comum também o uso de bateria eletrônica e samplers de inúmeros efeitos diferentes, o impacto do trabalho do Clan of Xymox, do Depeche Mode e outras bandas do mesmo gênero, contribuiu em massa para o crescimento do público que veio a aderir à subcultura gótica. Tem diferenças um pouco do rock gótico, devido ao dark-wave ser um pouco mais eletrônico, porém o público de ambos acaba consumindo os dois estilos, tocam muito inclusive até hoje nas discotecagens góticas nas casas de rock do mundo inteiro.


            A set-list dos shows do Clan of Xymox são sempre uma incógnita, pois o grupo tem tantos álbuns, que até mesmo os fãs já não mais conseguem contabilizar. A banda lançou alguns dos seus discos com o nome apenas de Xymox, como se fossem duas bandas paralelas, mas o grupo na verdade sempre foi o mesmo, alteraram apenas a nomenclatura durante algumas vezes. Com tantos discos, é muito difícil montar repertório para determinados shows sem decepcionar algum fã ou outro. A banda colocou uma de suas canções no filme “The Girl with the Dragon Tattoo” alguns anos atrás, e sempre ficam muitos felizes quando seus temas são usados em filmes ou em trabalhos cinematográficos no geral. Vale ressaltar também que o Clan of Xymox já teve músicas em trilha-sonora de jogos de vídeo-game. Confira mais sobre o trabalho da banda, seguirá abaixo a apresentação deles em um de seus últimos lançamentos, a canção “She”:


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sábado, 2 de maio de 2020

Aos 36 Anos de Contribuição à Música, Blaze Bayley Continua


Nome já consagrado dentro do metal, Blaze Bayley é um artista inglês que está em atividade desde 1984 e em sua trajetória artística já gravou 22 discos, possui 13 turnês internacionais e diversos singles e clipes que evidenciam a sua majestosa contribuição para o mundo do heavy-metal. Blaze durante a década de 90’s fez muitas viagens junto ao Iron Maiden, banda que participou que acabou o projetando internacionalmente. Porém aqui focaremos na trajetória individual do artista, dando ao mesmo o protagonismo que merece. Além de cantar, Blaze toca também teclado, embora não o faça nas apresentações, este é mais um talento que o vocalista possui.
Principal letrista de sua carreira solo, ele divide o palco com bandas locais nos países onde vai se apresentar, inclusive no Brasil ele sempre é acompanhado por bandas tributo ao Iron Maiden, que além de seus repertórios habituais, aprendem também suas músicas próprias para poder acompanha-lo. Blaze fala em seus trabalhos, de diversos temas, no disco Tenth Dimension, por exemplo, ele aborda o tema da física quântica, em Silicon Messiah ele fala sobre inteligência artificial, ainda durante a sua carreira tratou de outros temas, influência das autoridades, conhecimentos secretos, conspirações, vida pessoal, dentre ainda outros temas. Como todo e qualquer artista, Blaze já passou por altos e baixos sua carreira, contudo são 36 anos de história dentro do heavy-metal, já que antes de cantar na “donzela de ferro”, ele também participou de uma outra banda chamada Wolfsbane, com quem cantou por muitos anos. O artista já veio se apresentar muitas vezes no Brasil, onde se encontram muitos dos fãs de seu trabalho solo, relava também que gosta muito de provar as iguarias da culinária brasileira.



       Tendo já sido perguntado a respeito de sua maior lembrança do Brasil, Blaze relembra que aqui aconteceu o primeiro grande show que ele fizera para grande público, conta em entrevista para o blog Metal Domination, que a sua primeira apresentação em estádio foi em terras brasileiras, o que o marcou muito. Afirma também na mesma entrevista, que rompeu com a gravadora que fazia parte, para poder ter maior autonomia de comandar e ditar as regras de seu próprio trabalho, diz ainda que hoje é financiado inteiramente pelos fãs que compram seus CDs físicos quando ele vem se apresentar. Também por este motivo Blaze gosta muito do contato com os fãs e faz questão de que seus meet&greets sejam gratuitos, para que ele possa retribuir aos fãs pessoalmente pelo carinho dedicado a ele em todos estes anos de carreira. Em meio a críticas muito pesadas, Blaze conta que na verdade não mais se importa com o que dizem a seu respeito. Hoje com mais de 3 décadas contribuindo com a música, o artista salienta que qualquer pessoa pode passar por complicados momentos pessoais, mudanças repentinas de vida, e que é muito humano ter consciência disso, fica imensamente emocionado em saber que canções que escreveu ou cantou, pudessem ter feito parte da vida de tanta gente. Confira abaixo a apresentação de Blaze com a canção “The Launch”:


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