Que a artista Daniela Mercury é multifacetada, todos já sabem, mas é novidade para muitos que ela é também uma tremenda admiradora do trabalho de John Lennon, bem como o seu legado como pacificador. A artista já chegou inclusive, a fazer uma releitura do famoso retrato do músico junto de Yoko Ono, sua esposa e também artista. A foto foi usada na capa de seu disco “Vinil Virtual”, importante trabalho da carreira de Daniela, onda a mesma lança o hit “Rainha Má”. Neste trabalho, Daniela vem lançando uma maldição a todos os que escutarem, onde na licença poética, todos voltam a ser criança por alguns momentos, para acessar a pureza necessária pro mundo ser melhor, quebrando assim, a onda de coisas ruins que vem acontecendo no mundo. Que Daniela é uma artista intrépida e ousada, todos já sabem, agora que ela se inspira também em ídolos do rock é uma novidade para muitos, ao ver que uma compositora intérprete de música baiana pode buscar, sem nenhum problema, uma referência em John Lennon, embora os gêneros musicais não sejam os mesmos.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
Daniela Mercury homenagem ao astro John Lennon
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
A Tragetória do grupo Biquíni Cavadão
O grupo que desde a década de 80’s embala grandes canções nas estações de rádio do país, tem em 1982 a sua trajetória iniciada, logo de primeiro momento com o nascimento da canção “Tédio”, que é um dos principais hits da banda. Alguns dos integrantes já se conheciam desde antes do início do conjunto surgir, e já vinham tocando durante algum tempo, porém só consideram mesmo a partir do momento onde entenderam que a banda tinha se tornado de fato, profissional. A banda já lançou muitos trabalhos entre CDs, DVDs, coletâneas, especiais, turnês, clipes e ainda se apresentaram por todos os lugares do país. Poucas pessoas sabem, mas a inspiração para o nome do grupo, foi dada pelo também músico e grande nome da música nacional, Herbert Vianna. Após um começo promissor, quem diria que a banda fosse lançar tantos hits como “Janaína”, “Soltos pelo Ar”, “Roda Gigante”, “Vento Ventania”, “Zé Ninguém”, “No Mundo da Lua”, “Inseguro de Vida”, “Timidez” e ainda tantos outros sucessos.
O grupo que já se apresentou em muitos eventos, festivais, programas de TV, tiveram também uma grande participação como show de abertura do Alice in Chains e do Red Hot Chili Peppers em 1993, num evento de grande porte, chamado Hollywood Rock Festival, o que os projetou para públicos ainda maiores. Nestes anos todos de carreira, o grupo já passou por todas as grandes gravadoras do país, inclusive já lançaram também discos independentes, mesmo depois de já serem consagrados no rock nacional. Participaram da trilha sonora de algumas telenovelas, fizeram muitas parcerias e colaborações, CD instrumental infantil, e no ano de 2013, tiveram o hit “Roda Gigante” indicado como melhor música do ano na famosa premiação Grammy Latino.
Algo bem bacana sobre a banda, é que os mesmos seguem invictos, desde 1982, ano de seu surgimento, sem nunca teve interrompido suas atividades, afirma Bruno Gouveia, que diz ainda que o Biquíni Cavadão pretende continuar produzindo por muito tempo ainda. Confira o vídeo da canção "Roda Gigante", um dos grandes sucessos do grupo:
sábado, 23 de maio de 2020
Clan of Xymox, os pioneiros da cena gótica e Dark-Wave
sábado, 2 de maio de 2020
Aos 36 Anos de Contribuição à Música, Blaze Bayley Continua
terça-feira, 14 de abril de 2020
Crítica: Coletânea ‘O SUBSOLO-VOLUME 2’
quinta-feira, 9 de abril de 2020
Crítica: Transamazônica, de Rudinei Borges
Por hoje é isso, obrigado pela visita.
Interaja comigo lá pelo Twitter: Jhony Uriel
domingo, 22 de março de 2020
Reciprocidade é o que garante um Convívio Saudável
Cá estou a refletir sobre uma coisa que me pega muito, no que diz respeito às relações humanas: a reciprocidade. Reciprocidade tem por definição algo que é correspondente entre opostos sentidos. Também pode-se utilizar ainda a palavra mutualidade para ilustrar melhor o assunto. Costumo acreditar que reciprocidade é como uma regra de etiqueta para uma boa convivência, e tal prática é essencial para que qualquer convivência aconteça de modo saudável.
É muito verdade que no mundo nós recebemos exatamente aquilo que nós damos a ele, claro que há exceções e que também há injustiça em algumas coisas na vida da gente, mas na grande maioria das vezes as coisas funcionam assim: a gente recebe o que dá. Praticamos a reciprocidade quando queremos uma vida com mais leveza, com mais tranquilidade, e se somos capazes de compartilhar e trocar com o outro, tudo mais facilmente acontece. Gosto muito de pensar na reciprocidade como "eco", onde nós conseguimos de modo muito simples compreender que a vida é como se gritássemos algo na montanha e escutássemos a mesma coisa de volta, isto é, inclusive, matéria de um livro do autor Roberto Shinyashiki, em um livro que fala sobre prosperidade e tudo mais, mas o assunto aqui nós não iremos fugir, que é a reciprocidade. Quando falamos de reciprocidade as coisas funcionam mais ou menos que assim: se você quer competência nas pessoas que trabalham ao seu lado, demonstre ser competente também; se você quer atenção por parte de quem você ama, dê a atenção que você gostaria de receber, e daí por diante.
A nossa vida é o reflexo do que a gente faz, jamais colheremos bananas se o que plantamos são batatas, por isso cuide do que você ama, e dê muito valor a quem se interessa por você.
Fica a reflexão, pense nisso!
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Me segue lá no Twitter: @jhonyuriel
Lancei um cover novo no meu canal do YouTube,
Caso sinta o desejo de assistir e conferir, segue abaixo:
Muito obrigado!
terça-feira, 17 de março de 2020
Sobre Enviar e Receber Cartas
Como vão as coisas por aí?
Nestes últimas dias tenho pensado, refletido umas coisas e resolvi vim aqui trazer para que mais alguém pudesse refletir estas mesmas coisas comigo, quem sabe eu não estou de todo errado? Desde sempre, tive o costume de me corresponder com alguns amigos especiais por carta, é um jeito tão legal de conversar com as pessoas que gostamos, sei lá, não é o jeito mais rápido, eu sei, contudo, é muito gostoso guardar ali algo físico que a própria pessoa escreveu, sua caligrafia e o envelope escrito o nosso nome, eu pelo menos dou muito valor a isso e acho o maior barato.
Receber uma carta faz a gente se sentir muito bem, colocá-las num lugar não apenas físico, mas afetivo, saber que alguém a quem temos apreço, dedicou um pouquinho de seu tempo para nos dedicar uma missiva. Tenho para mim que as cartas podem, inclusive, ser uma maneira de nos tornarmos imortais de certa forma, houveram tantas informações que sabemos do mundo (historicamente) através de escritos deixados, por isso creio serem as cartas, personagens importantes na descoberta de muita coisa no mundo. As cartas fazem, de algum modo, tornarem-se as experiências afetivas mais duradouras. Escrever uma carta quer dizer que devotamos aquela pessoa a quem endereçaremos, exclusiva atenção: parar para escrever, é um jeito muito legal de nos comunicarmos, e nem é lá tão difícil assim, fazemos o exercício de dar uma pausa um pouco com o mundo virtual, pelo menos por alguns minutos. E aí, você se corresponde por carta com alguém?
Fala comigo lá pelo Twitter também, por lá entro diariamente:
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