Oi minha gente,
Cá estou eu aqui novamente vindo escrever a vocês, mas desta vez para falar de uma coisa que nunca antes comentei aqui no blog, eu acho. A leitura e a apreciação por livros é o que vamos falar hoje. Estava eu ouvindo aqui um disco do artista Cícero, chamado "Canções de Apartamento", que possui uma capa pra lá de instigante, vejam abaixo:
A leitura sempre foi algo que me chamou atenção e que eu gostei de praticar. Me recordo que, salvo engano, na 8ª série do Ensino Fundamental, fui vencedor de um concurso de Língua Portuguesa na escola onde eu estudava, a E. E. Jornalista Paulo Eduardo Olintho Rehder, em Poá-SP, e a indicação foi feita por uma professora chamada Cida Santos, de quem nunca me esqueço, hiper competente e dedicada, saudades. Ali talvez tenha sido o ponta-pé inicial para o início do meu despertar de ver para a minha vocação de artista, bem como também todas as aventuras que vivi depois deste acontecimento. Recomendo que leia algo, faz muito bem pra alma, sem contar os demais outros muitos benefícios de se praticar a leitura. Os últimos que eu li foram: "Um Assassinato, um Mistério e um Casamento", "O Guardião de Memórias" e também "Gotas de Sentido" e você?
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
Quem é Honesto, afinal?
Olá, como vai?
Essa semana me pus a pensar nas questões que tem a ver com
honestidade, pensei tanta coisa e revi tantas histórias e exemplos de pessoas
que pra mim são muito íntegras e honestas, que cheguei a seguinte conclusão: a
honestidade talvez seja a única coisa que nos impeça de nos corromper. Por que
levanto esta questão? Me sinto rodeado de pessoas que, assim como eu, tem
embasamento cristão em sua fé, porém, isso não pode levar-nos à certeza de que
uma pessoa apenas por ser cristã, é necessariamente uma boa pessoa, são muitos
fatores a serem considerados nesta equação.
Neste meu tempo de vida, tive oportunidade de conviver com diferentes tipos de pessoas, conhecer diferentes lugares por onde passei me apresentando e, lidando ainda, com públicos de diferentes classes sociais. Algo que sempre observei é que o caráter não tem muito a ver com qual fé é praticada, por isso uma coisa que eu não tolero, é discriminação e preconceito com nenhuma religião, mesmo não sendo a minha, pois creio que na diferença entre as pessoas é que está o tempero do mundo. Qual a sua opinião a respeito disso? Deixa nos comentários algo.
Coloco aqui também esta canção para ser refletida, tem um trecho que diz: "Orai por nossa livre melodia...", que fala a respeito das liberdades individuais, ela me inspirou muito a escrever este texto, ouça, é muito bonita.
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
Saldo de 2019
Olá,
Faz tempo que eu não passo por aqui, não é? Aproveito a oportunidade não apenas para me desculpar, mas também para dizer que este ano foi um ano de muitos avanços e de muito crescimento para mim enquanto ser humano, enquanto artista e também enquanto homem. O primeiro semestre deste ano foi marcado por acontecimentos que já há tempos eu esperava que acontecessem que me fizeram muito bem, que me lembraram que eu sou um pouco mais especial do que eu achava que fosse, e foi muito bom, me trouxe muito conforto no peito, o desfecho depois não foi tão bom assim, mas fazer o quê? Não é todo dia na vida que ganhamos, temos de ser sábios em conseguir viver com elegância em ambas as situações, sejam elas boas ou ruins.
Academicamente falando, foi um ano muito pesado, porém também muito produtivo e muito proveitoso, muito recheado de desafios, de aprender a fazer coisas que eu jamais na vida desconfiei ou imaginei que fosse fazer, como por exemplo: fazer gravuras. Reencontrei muitas amizades antigas, que me ajudaram muito a reafirmar coisas que eu sempre senti, foi ótimo. Ano acabando, agora mais coisas, vindo por aí.
__________
Agradecimentos:
Stela Lemos, correção ortográfica
...
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sábado, 2 de março de 2019
Exposição "Madeira Nova" com Santídio Pereira & Convidados
Olá caros,
Este post é referente a uma visita que fiz a uma exposição no Sesc Santo Amaro agora em Fevereiro e vim aqui relatar algumas percepções pra vocês. O Grupo como um todo apresenta um trabalho pra lá de
interessante logo desde os primeiros passos, inclusive na maneira como a
exposição foi concebida, contemplando artistas jovens, quebrando um pouco o
paradigma de que o artista plástico só é reconhecido depois da morte,
iniciativa de muito louvor, fazer acontecer a reunião destes artistas tão
jovens. É importante saber o que está acontecendo no circuito da arte,
descobrir quem são as novas revelações, os novos xilogravadores da cidade. A
iniciativa de Santídio em reunir os jovens ajudou muito no mapeamento dos novos
artistas existentes na linguagem, e incentivar a continuação das investigações
das diversas possibilidades na área da gravura.
A arte proporciona contemplação e (quase sempre) é escrava da beleza, faz as pessoas pensarem e refletirem questões, e a gravura detém enorme eficácia no induzir das pessoas a este pensamento crítico, pois suas técnicas ainda vigoram até os dias de hoje, mesmo sendo tão antigas. Nesta exposição deu pra notar muito claramente a influência da prática literária do cadáver esquisito, que soou de modo, ao meu ver, hiper sofisticado, imprimindo de certa forma o individual de cada um dos artistas, porém com leveza, sem deixar que a apreciação do trabalho se tornasse algo massivo, pelo contrário, foi algo pra lá de sofisticado. À frente da exposição estão, além do próprio Santídio, também Luisa Almeida, e junto a eles os jovens artistas Igor Santos, Fernando Melo, Gabriel Balbino, Kamila Vasques, Rafael Toledo e Julia Bastos. A curadoria do trabalho é assinada por Célia Barros.
A
exposição toda tem obras feitas em madeira (xilogravura). É preciso salientar
também que Fernando Melo e Gabriel Balbino fizeram os seus trabalhos com matriz
perdida. Observações que fiz a respeito do trabalho de Fernando Melo, é que ele
aparenta usar mais de uma matriz. Observei que a coruja (seu trabalho que mais
me chamou atenção) é bem vibrante, a cor amarela transita por dentro e por fora
da gravura, de modo harmonioso na imagem, o que me deixou ainda mais empolgado em continuar com os olhos fixos olhando para a
mesma, o pavão parecia dançar e de modo tão convidativo que por vezes me pus a
imaginar até mesmo qual canção ele estaria a escutar.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Sabe quando a Rita Lee falava sobre ser a Ovelha Negra?
Oi minha gente, este texto vi na time-line do Condesso, um amigo querido lá do Blog Descontrole Remoto, e decidi trazer aqui pra vocês lerem também, pois a mim fez muito sentido, segue abaixo:
As chamadas “ovelhas negras” da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.
Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo na contramão dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras.
As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo e desabrocham ramos na árvore genealógica.
Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes. Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.
Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se. A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.
No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas? Quem criaria novos ramos? Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes.
Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua”raridade” como a flor mais preciosa da tua árvore. Tu és o sonho de todos os teus antepassados.
Bert Hellinger
A reflexão me colocou bastante pra pensar, espero que tenham gostado. Não deixando, claro, de fazer a referência ao Bert Hellinger, autor da prosa, e a indicação do Condesso
domingo, 6 de janeiro de 2019
Suicídio na Juventude
Nos tempos atuais que vivemos é muito necessário falar a respeito desse assunto, infelizmente, este é um mal que tem me atingido muito próximo dos últimos tempos pra cá. Ao todo foram 3 pessoas, 3 casos de gente querida próxima de mim que eu tive de lidar, e cada uma delas me tem trazido diferentes reflexões. O primeiro caso deles foi a minha amiga Luciane, que era uma das minhas companheiras na adolescência, uma pessoa pra lá de querida que ia comigo nos rolês de rock, nos meus 14 anos iniciei um forte interesse pela cultura gótica, e esta minha amiga embora não compartilhasse do mesmo apreço, me acompanhava nos eventos e nos shows das bandas.
A segunda pessoa querida que infelizmente a vida me levou, foi o Daniel Marques, que era uma pessoa de incrível sorriso, energia contagiante e não havia quem estivesse perto e não ficasse também feliz. O Dani era ator, poeta, preto empoderado e o som da risada dele, meu Deus, era de fazer a gente ir ao céu e voltar. Foi uma surpresa enorme pra gente, saber que por trás daquela energia tão positiva estaria outra negativa tão forte lutando pra se sobressair, perdemos uma pessoa preta ímpar. Por fim, mas não menos importante, a pessoa que perdi foi alguém também da arte, a querida Fernanda Freitas, que se foi hiper jovem, aos 28 anos, deixando noivo e filho pequeno, uma tristeza, mas aí fica novamente a reflexão, o que falta na juventude pra se sentir completa?
A segunda pessoa querida que infelizmente a vida me levou, foi o Daniel Marques, que era uma pessoa de incrível sorriso, energia contagiante e não havia quem estivesse perto e não ficasse também feliz. O Dani era ator, poeta, preto empoderado e o som da risada dele, meu Deus, era de fazer a gente ir ao céu e voltar. Foi uma surpresa enorme pra gente, saber que por trás daquela energia tão positiva estaria outra negativa tão forte lutando pra se sobressair, perdemos uma pessoa preta ímpar. Por fim, mas não menos importante, a pessoa que perdi foi alguém também da arte, a querida Fernanda Freitas, que se foi hiper jovem, aos 28 anos, deixando noivo e filho pequeno, uma tristeza, mas aí fica novamente a reflexão, o que falta na juventude pra se sentir completa?
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Meus Filhos Caninos e Felinos
Todo mundo tem em casa um motivo do qual se alegrar ao chegar no conforto de seu lar ter a oportunidade de desfrutar. Não é novidade pra ninguém que a frase que as pessoas mais reproduzem até hoje quando se trata de bichos de estimação. "O cachorro é o melhor amigo do homem" . É tão gostoso relembrar de momentos especiais ao lado da criatura que enche o nosso quintal ou casa de alegria, seja ela um cachorro, um gato, ou qualquer outro animal domesticável.
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| Nesta foto é o Chimbinha e a Joelma, vieram como casal e demos este nome, eram um sucesso quando chegaram aqui. Dois fofos. |
Aqui em casa temos algumas alegrias também, dentre elas, o meu cachorro Bradock, que é uma figuraça, muito carinhoso e também hiper bagunceiro. O Bradock chegou aqui em casa após uma família não mais poder cuidar dele, e por ser um bicho de grande porte, dá bastante trabalho. Não posso deixar também de me lembrar de outros bichos que tive com o passar dos anos, que assim como o meu atual filho canino, me proporcionaram também muita alegria. Aqui abaixo seguirão algumas fotos de alguns dos pets que tenho ou que já tive aqui no meu quintal, e que compartilharam momentos bons da minha vida particular:
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| Esse é o Dudu, um dos meus primeiros cachorros. Foram 3 cachorros muito parecidos, e eu repeti o nome Dudu algumas vezes. Eu amava este cachorro, era a minha alegria. |
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| A Kitana era uma cadela que eu amava também, nesta foto ela estava milagrosamente magra, pois ela andava sempre mega redonda (eu amo), eu vivia sofrendo quando pegava no colo. |
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| Esta preta aí era a minha gata Ororo, junto aos coleguinhas Jajá e Peter. Eram um chamego só os três. |
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| Este é o Teco, a nossa tartaruga de estimação, na foto, estou também junto ao meu sobrinho Alexandre, este dia foi bem especial. |
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| Bradock se divertindo passeando na rua aqui de casa, a pergunta é: Como não Amar? |
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| Bradock esperando a minha mãe jogar a bola pra ele ir buscar, ele é super brincalhão e carinhoso. Meu filhão. |
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| Nesta foto, brincando no quintal com o Chimbinha e com o Bradock, momento de lazer em casa com os filhotes caninos. |
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018
É como diz o Ditado, Mãe é uma Só
Oi minha gente,
Pra quem me conhece sabe que não é de hoje que o meu time é forte aqui em casa, mesmo havendo a minha família, o cerne é bem resumidamente a minha mãe e eu. Há pessoas que estabelecem das mais diferentes parcerias, e parceria não digo no sentido comercial - como a palavra é geralmente usada, e sim, querendo me referir a uma coisa que dá certo, parceria um pouco mais no sentido de cumplicidade do que qualquer coisa, cumplicidade aliás, é uma palavra dona de uma beleza sem igual, eu amo falar sobre este assunto.
Creio que na vida de todas as pessoas existam momentos de fracassos e de sucessos, de aplausos e de desprezos, e quem sabe estar conosco nestas duas situações é muito mais confiável para habitar no lugar mais sagrado e particular do coração da gente, nisso eu acredito piamente, e com estas pessoas vale muito mais a pena compartilhar o que temos de mais valioso - exercitando então esta parceria, esta profunda amizade, enfim. Vejo na figura da minha mãe, Dona Jô - como a chamam, uma série de potencialidades, outras de certo cansadas e menos possibilitadas devido à sua idade, e outras ainda, por certo, muito vívidas, o que me inspira muito e fez eu me tornar o homem que sou hoje.
Recordo de certa vez, ainda criança, quando decepcionei a minha mãe, vê-la fazer mesmo assim tanto por mim, me fez admirá-la ainda mais e me indagar sobre o quanto que uma pessoa pode doar-se de maneira tão grandiosa, sabendo que o motivo deste empenho é a formação da integridade e do caráter de uma outra pessoa, isso é algo da qual não temos na verdade, domínio nenhum, mas é uma prova de amor, capacidade e utilidade sem igual, é estar à serviço da maneira mais linda. De longe não sou a pessoa mais perfeita, o filho mais virtuoso, o mais bem-sucedido, enfim, mas o amor que tenho pela senhora minha mãe, Dona Jô, não cabe no peito, nem tenho como descrever tamanha gratidão que tenho por ela, não mais consigo discorrer palavras sobre isso, é algo que me sensibiliza e me traz muitas reflexões, sorte de quem ainda tem sua mãezinha por perto.
Por hora, gratidão.
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