Há alguns dias atrás, ao ouvir a canção ''Nossa Música'' da Nila Branco, refleti sobre as coisas que vivi nesse ano de 2015, tantas situações de questões que foram se acumulando dentro de mim, por vezes me vi encurralado, querendo me ver isolado, sem contato em grande assiduidade com o restante do mundo, um tempo para viver os meus momentos, pessoais e intransferíveis de solidão, tempo pra pensar, pôr as idéias e os princípios de novo no papel, definir quem seria o Jhony dali pra frente, agora com novas marcas estampadas feito tatuagem na minha história, coisas que só eu sei compreender, tempo das minhas maiores indagações sobre mim mesmo.
Algo que aprendi com esse momento de retiro, foi que as coisas que passei me mostraram uma face que eu mesmo não conhecia de mim, tempo de descobertas sob tantos aspectos, graças à Deus eu não deixei de frequentar a faculdade, afinal, era a única que me motivava a sair de casa naquele período de depressão pelo qual passei. Descobri que por trás daquela película de proteção estava o Jhony cheio de criatividade, força de vontade que sempre existiu e que aquele momento estava me bloqueando e vetando uma parcela das coisas que eu sou capaz de fazer, de onde eu sou capaz de chegar, era a hora de pensar em mim outra vez.
Por um lado me questionei se aquele seria o momento em que eu abdicaria da minha vida profissional pra me adequar e ser uma pessoa comum pra agradar ou fazer alguém ficar na minha vida, vi que o caminho não era bem por aí, a começar pela reflexão de que se alguém quer ficar é preciso me compreender como sou, com a vida que tenho, não sou tão ausente quanto pareço, em alguns momentos já pensei que essa vida maluca poderia me fazer mal e era dado o momento de fincar raízes e ter um porto pra ancorar, porém das únicas vezes que tentei fazer isto me senti mal por não atender ao meu chamado, as coisas pelas quais me fazem respirar, que é a minha vida, do jeito que ela é. Querer bem a uma pessoa, amar e chorar por ela não é mal, o amor tem de fazer parte e é uma parcela de nós que tem de ser vivida, eu quis bem, continuo querendo bem, mas no fim das contas eu preciso do meu lugar !!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
sábado, 28 de novembro de 2015
Sensibilidade: Cada Um Absorve as Coisas no Seu Próprio Tempo
O essencial pra saber se estamos bem é questionar as coisas de dentro da gente mesmo, lidar com as próprias questões é algo tão profundo e de certo fala muito a cerca de como nos posicionamos perante as coisas da nossa própria vida. A voz, o brilho do temporal que a gente passa, canta e conta as nossas perdas, sempre ficam aquelas cicatrizes, e é como sabemos, toda cicatriz já foi ferida um dia, temos que administrar isso muito bem.
No ano de 2015 eu conheci o meu lado emocional da forma mais brutal que já pude imaginar, me perguntei diversas vezes se isso seria apenas frescura ou fraqueza da minha parte, mas depois pensei, pensei, pensei e cheguei a conclusão de que se chorei de saudade não foi por fraqueza, foi por que eu amei, há um hiato de diferença nisso tudo. Quem está perto da gente pouco imagina as coisas de que somos capazes nos nossos momentos de extremos, eu venho de uma escola onde a arte me faz compreender certas com uma sensibilidade diferente, isso é do artista, temos uma leitura muito peculiar sobre as coisas que nos acontecem, a ótica é outra.
Hoje convivo com a dor de um jeito bonito, não posso simplesmente fingir que ela não está ali, mas também não posso me deixar ficar a vida toda remoendo quem foi que errou, o que é que eu tenha feito de errado, é como dizem, é preciso ligar o botão do foda-se em alguns momentos, não no sentido ruim e pejorativo da palavra, mas sim pra que não nos condenemos demais e desperdicemos as coisas bonitas da vida.
No ano de 2015 eu conheci o meu lado emocional da forma mais brutal que já pude imaginar, me perguntei diversas vezes se isso seria apenas frescura ou fraqueza da minha parte, mas depois pensei, pensei, pensei e cheguei a conclusão de que se chorei de saudade não foi por fraqueza, foi por que eu amei, há um hiato de diferença nisso tudo. Quem está perto da gente pouco imagina as coisas de que somos capazes nos nossos momentos de extremos, eu venho de uma escola onde a arte me faz compreender certas com uma sensibilidade diferente, isso é do artista, temos uma leitura muito peculiar sobre as coisas que nos acontecem, a ótica é outra.
Hoje convivo com a dor de um jeito bonito, não posso simplesmente fingir que ela não está ali, mas também não posso me deixar ficar a vida toda remoendo quem foi que errou, o que é que eu tenha feito de errado, é como dizem, é preciso ligar o botão do foda-se em alguns momentos, não no sentido ruim e pejorativo da palavra, mas sim pra que não nos condenemos demais e desperdicemos as coisas bonitas da vida.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
O Importante É Não Parar
Me coloco a pensar certas horas a respeito das coisas que machucam o coração da gente, esse ano tive duras perdas emocionais pra aprender a lidar comigo mesmo de um outro ponto de vista. Quando a gente tem que conviver com as nossas próprias derrotas parece que fica tudo mais difícil, parece que ficamos envolvidos por uma espécie de película, vergonha, impotência.. o que resta de saldo dessa situação toda é que mesmo quando não queremos, é preciso passar por certas etapas pra se tornar um ser-humano melhor.
Há uma certa história que diz a cerca de curarmos ferida de amor com outro amor - não que eu discorde, mas sou mais adepto à ideia de que curamos ferida de amor com amor próprio, amor aos próprios sonhos, aos próprios objetivos. Quando nos tornamos melhores parece que as coisas e as pessoas vem por vontade própria, o lema não é e não pode ser 'fazer algo pra provar pra essa ou aquela pessoa que sou capaz', mas sim, demonstrar pra si mesmo que se é capaz de concretizar algo, eu sigo na minha tentativa, caminhando por aqui chorando as minhas cruzes, mas colecionando vitórias, se é uma medida de equilíbrio ou não eu não sei, o importante é não parar...não parar.
... Não parar !!
Fique bem.
Um beijo,
Jhony.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Em Breve um Remix
Olá pra você que me acompanha,
Muito boa tarde !
Ultimamente tem acontecido coisas interessantes por aqui, estamos articulando duas boas novidades, uma delas por enquanto ainda permanecerá no Off, pelo menos por enquanto, devido a estarmos articulando o desfecho que está tomará, mas, o que posso adiantar é que os compositores estão trabalhando pra que o repertório 2016 seja incrível e com novidades sonoras pra quem tem acompanhado os trabalhos realizados no decorrer deste ano.
Estive um período distante da Internet este ano, porém tive a graça de encerrar projetos que já estavam engatilhados já de algum tempo. O principal deles foi a oportunidade de cantar com a Marcy Santtos - que participou calorosamente do Show Simples e Forte que realizamos em fevereiro, e a segunda coisa boa que ganhamos pra somar foi a chegada do talentoso Endrigo Gonçalves ao projeto, tocando bateria, tendo a sua estréia junto ao Show Tempo de Primavera, que fora encerramento de um ciclo bonito na minha carreira, as melhores saudações e vibrações positivas, a minha gratidão e respeito.
Para o mês de novembro, faremos um Pocket-Show junto à ONG ABCD's, onde farei o lançamento do remix da canção Simples e Forte, faixa que terá versão feita pelo Dj Kalu. Participaremos também da festa de 4 anos da Cia. Naturalis, liderada pela diretora Poliana Pitteri, parceria que levamos já de alguns anos, parabéns Cia. Naturalis, que venham mais 4 anos de arte, diversão, cultura e teatro pra nossa classe artística independente. Gratidão!
Muito boa tarde !
Ultimamente tem acontecido coisas interessantes por aqui, estamos articulando duas boas novidades, uma delas por enquanto ainda permanecerá no Off, pelo menos por enquanto, devido a estarmos articulando o desfecho que está tomará, mas, o que posso adiantar é que os compositores estão trabalhando pra que o repertório 2016 seja incrível e com novidades sonoras pra quem tem acompanhado os trabalhos realizados no decorrer deste ano.
Estive um período distante da Internet este ano, porém tive a graça de encerrar projetos que já estavam engatilhados já de algum tempo. O principal deles foi a oportunidade de cantar com a Marcy Santtos - que participou calorosamente do Show Simples e Forte que realizamos em fevereiro, e a segunda coisa boa que ganhamos pra somar foi a chegada do talentoso Endrigo Gonçalves ao projeto, tocando bateria, tendo a sua estréia junto ao Show Tempo de Primavera, que fora encerramento de um ciclo bonito na minha carreira, as melhores saudações e vibrações positivas, a minha gratidão e respeito.
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| Os músicos Carol Kelly, Jhony Uriel e Endrigo Gonçalves, compondo o line-up da edição 2015 do Show Tempo de Primavera. |
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Arte, O Privilégio de Expressar
A quê realmente podemos dar o nome de arte? Ao que atribuímos o "A" maiúsculo para aquilo que vemos de arte ao nosso redor? São diversas atividades diferentes que podem exercidas por aquele que chamamos de artista, dentre os ofícios da arte são a nós atribuídos alguns encargos que a outras nem sempre é possível haver tomada de postura ou referência, o artista fala por meio de cores - sejam elas sonoras ou visuais. O artista tem como obrigação trabalhar a serviço da beleza, já que somos vistos como privilegiados da licença da palavra e da expressão desde as civilizações antigas.
Não prejudica ninguém dar o nome de arte a várias atividades (teatro, dança, artes plásticas, música, desenho, pintura,etc), desde que se conserve em mente que tal palavra pode significar coisas bem diversas, em tempos e lugares diferentes e que arte com A maiúsculo na verdade não existe. Não podemos esmagar um artista dizendo-lhe que o que ele acabara de fazer pode ser excelente ao seu modo, só que não é arte - além do mais, isso pode desconcertar qualquer pessoa que esteja contemplando com deleite uma obra, além do próprio autor desta.
Não existe razão errada para se gostar de uma obra, de uma música ou desenho, alguém pode gostar de certa paisagem por esta lhe recordar a terra natal, ou por fazer lembrar de uma pessoa querida. São muitas as situações em que a arte nos insere numa espécie de simulacro e nos colocamos a pensar em algo que já nos foi muito bom e especial em algum momento no decorrer de nossa trajetória pessoal, emocional ou afetiva. E pra você, o que te faz lembrar de algo marcante? Partilhe comigo.
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Facebook: Jhony Uriel ArT
YouTube: Jhony Uriel ArT
Intagram:@jhonyuriel
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| Jhony Uriel, durante laboratório de personagem no processo da montagem do espetáculo "A Casa de Bernarda Alba" com direção de Marco Senna. |
Não prejudica ninguém dar o nome de arte a várias atividades (teatro, dança, artes plásticas, música, desenho, pintura,etc), desde que se conserve em mente que tal palavra pode significar coisas bem diversas, em tempos e lugares diferentes e que arte com A maiúsculo na verdade não existe. Não podemos esmagar um artista dizendo-lhe que o que ele acabara de fazer pode ser excelente ao seu modo, só que não é arte - além do mais, isso pode desconcertar qualquer pessoa que esteja contemplando com deleite uma obra, além do próprio autor desta.
Não existe razão errada para se gostar de uma obra, de uma música ou desenho, alguém pode gostar de certa paisagem por esta lhe recordar a terra natal, ou por fazer lembrar de uma pessoa querida. São muitas as situações em que a arte nos insere numa espécie de simulacro e nos colocamos a pensar em algo que já nos foi muito bom e especial em algum momento no decorrer de nossa trajetória pessoal, emocional ou afetiva. E pra você, o que te faz lembrar de algo marcante? Partilhe comigo.
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Facebook: Jhony Uriel ArT
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quarta-feira, 29 de julho de 2015
O Poema da Partida
Não, não se aproxime do meu coração
Merecimento você não tem tido não
Chegou de mansinho, me entreguei
Beijos com prosas, filmes canções
Noites de amor, intimidades, bordões
É, você avisou, que fácil não seria
E eu disse logo, que mesmo com medo me arriscaria
Seu nome nome no ar escrevi, apaguei
Pra poupar uma dor foi embora? Não sei
Acredito em tudo o que vi, pois amei
Desde a chegada, os passos, caminhos
Peço a um anjo que una de novo nossos caminhos
(Jhony Uriel)
Merecimento você não tem tido não
Chegou de mansinho, me entreguei
Beijos com prosas, filmes canções
Noites de amor, intimidades, bordões
É, você avisou, que fácil não seria
E eu disse logo, que mesmo com medo me arriscaria
Seu nome nome no ar escrevi, apaguei
Pra poupar uma dor foi embora? Não sei
Acredito em tudo o que vi, pois amei
Desde a chegada, os passos, caminhos
Peço a um anjo que una de novo nossos caminhos
(Jhony Uriel)
sexta-feira, 29 de maio de 2015
A ABSTRAÇÃO E A ARTE
Abstração entende-se como toda representação não figurativa e de difícil reconhecimento imediato (sejam eles seres humanos, animais, paisagens ou quaisquer objetos) independendo de formas geométricas. A Abstração tornou-se popular em 1910 por Wassily Kandinsky ao pintar suas primeiras aquarelas com signos e elementos gráficos geométricos, era um processo de desmanche do que fora iniciado antes no Cubismo, em 1907. Em seguida ao movimento de abstração surgiram também o Futurismo, o Construtivismo e o movimento suprematista.
Os movimentos citados mesmo ligados por diferentes razões ao caminho do abstrato, são fundamentais ao início do século XX, até meados de 1930. Já no que se refere às outras áreas dentro das artes, constituiu-se uma face irracionalista onde se busca um mundo melhor, vinculados ao Dadá e ao Surrealismo, e à ideia de objetos que não se enquadram esteticamente em nenhuma categoria tradicional específica. Tantos experimentos de certo não foram nada fáceis de se concretizar, foram adaptadas durante o século XIX, neste período após o envolvimento de muitos homens importantes. Da diversidade hoje claramente desenvolveram diversas técnicas, misturas de movimentos pra que as gerações conseguissem fazer da Abstração viva e tão presente até os dias de hoje.
No Brasil o movimento também iniciou no século XX, porém, devido aos pioneiros brasileiros terem trazido bagagem artística de Paris, a influência acabou sendo estrangeira de uma forma ou d’outra. Importante acontecimento também fora o 1º Evento Internacional da Bienal das Artes, contando com a participação de muitos artistas de diferentes nacionalidades. A Abstração ainda que de maneira informal continuou a ser praticada – quando os artistas já renomados começaram a criar com características híbridas com toques de abstração e abstração geométrica.
Para Aulas Particulares contate: JHONY-URIEL@BOL.COM.BR
quinta-feira, 26 de março de 2015
ARTE COMO PERCURSO DE DIÁLOGO
Movimento dá a entender como ideia, seja de modificação ou
não, nos processos de criação por faixa de tempo (historicamente) cada uma com
seus devidos valores predominantes. Um movimento refere-se àquilo que os
artistas de uma localidade específica quiseram passar por meio de suas obras,
mas também de manifestos, entrevistas, discursos e pronunciamentos.
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| Obra: Ícone da Trindade (Ziza Fernandes) |
É
importante analisar cada artista e cada obra em suas mais virtuosas qualidades,
pois quando se rotula uma vertente de forma superficial acaba-se perdendo de
certa forma já que existem diferenças entre o conceito de um artista ou d’outro
– ainda que ambos sigam a mesma plataforma de linguagem.
O
artista tem que se fazer crítico, mas nem tanto, deve-se também tomar cuidado
para não se condenar demais. A arte é um percurso de diálogo, e possibilita
formas variadas de comunicação. É um universo variado de possibilidades, tendo
em vista que se pode ouvir, observar, criar e se manifestar por meio de
músicas, gestos, cores, palavras e sons. Desperte sua criatividade!
Facebook: Jhony Uriel ArT
Para Aulas particulares e em Grupo, contate pelo e-mail: JHONY-URIEL@BOL.COM.BR
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